Boa tarde!
Parece que não existe bom senso para preparar café nos lugares onde se come. Para ter alguma idéia, o melhor café que eu tive essa semana num restaurante foi um Nespresso no America. O pão de queijo de entrada deles fez a refeição começar bem, acompanhado de manteiga President e um patê de tomate seco. O prato principal era pra ser um Polpetone, mas parecia mais um filé a parmegiana, foi a primeira vez que vi um Polpetone crocante. O manjericão do molho estava bom. Quando chegou o café, até que tinha uma aparência padrão como todo Nespresso tem, e o gosto não desagradava, mas também não era memorável. Sorte que não estava longe de um Suplicy para tirar aquele aftertaste da boca.
Já no restaurante Copa que fica no estádio do Morumbi não se salva. Almoço buffet agradável, poucas opções, mas boas. Na hora do cafezinho e a conta que a casa caiu. Pedi um café curto, que muita gente não entende a clareza do nome "curto". Não tem segredo. Ao apontar que a xícara estava transbordando o café foi de volta pra máquina e em seguida colocado na mesa sem nenhuma crema. O excesso foi claramente despejado na bandeja da máquina. Mesmo assim não me dei por vencido. Pedi que fosse feito de novo o café, dessa vez curto desde o princípio. Não sei porque gastei energia com isso, tudo apontava que não seria um bom cafezinho, e como esperado, ficou apenas um gosto amargo na boca.
Por último, outra visita feita essa semana foi o divertido Hooters! Não vá fazer uma refeição romântica no restaurante, não é o ambiente mais adequado. O rolo de papel toalha na mesa já diz tudo: "A mão foi inventada antes que o garfo e a faca.". Tudo no cardápio é pra ser comido com a mão, até a salada. Nesse clima, depois de devorar uma costela banhada a molho barbecue e onion rings, pedi para simpática atendente um café curto e a conta. Pela primeira vez ouvi que não tinha café curto, são todos iguais. Expliquei para moça a diferença, mas ela insistiu que ela mesma tirava o café e que não tinha diferença entre o curto e um "normal". Não insisti mais e dei a falta de café como uma vitória. Antes a conta vir só do que mal acompanhada.
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