Nada melhor que começar uma quinta-feira desde os primeiros minutos, por causa de uma maravilhosa insonia causada por causa de uma degustação de café que começou as 19h da quarta-feira.
Ontem no começo da noite resolvi parar em uma das torrefadoras pioneiras do mercado de cafés espaciais no Brasil, o Santo Grão. Depois de muito tempo sem visitar a loja original na Oscar Freire, precisava comprar café para casa, estava na região, preso no trânsito então resolvi encostar o carro numa vaga na rua e andar até a cafeteria.
Como de costume estava cheia de gente jantando, já que eles também oferecem um menu bem diversificado. Fui direto ao balcão junto à torrefadora Lilla e comecei a entrevistar o barista sobre grãos disponíveis no momento.
Infelizmente o Yirgacheffe da Etiópia só é disponibilizado para consumo na loja, foi assim que começou a maratona de provas que fez parte do processo de decisão da compra. Enquanto aproveitava a companhia do vizinho de balcão, o barista trazia sem que fosse necessário pedir os diferentes grão para provar, sempre acompanhado de uma breve descrição de onde o grão vinha, e quais suas características gustativas.
Depois de mais de uma hora de provas e bate-papo, sai do lugar com meio kilo de grão, muita cafeína no sistema e uma grande satisfação como consumidor e amante de café.
Quem estiver na região com tempo livre, vale a pena parar. O balcão sempre rende mais conversa que o serviço de mesa.
Fica a dica.
Pra fechar com chave de ouro, ou terminar o relacionamento com algum restaurante. Esse espaço é reservado para revelar o lado negro dos restaurantes.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Pé na estrada
Existe um grande problema para quem gosta de viajar, ou precisa viajar por causa do trabalho, especialmente se a viagem for de carro. Os estabelecimentos de beira de estrada nunca foram famosos por sua culinária excepcional, e requinte gastronômico, mas bem que podiam caprichar no café de coador!
Não sei o porquê do descaso com nosso tão sagrado grão, mas depois de algumas horas na estrada, um pit-stop básico para despertar novamente os ânimos é fundamental para qualquer viajante. Porém não é com pouca frequência que essas paradas são seguidas por um arrependimento: "Não devia ter comido aquela coxinha..." ou "Nossa Sra! Nunca tomei um café tão ruim na vida!".
Pensando na logística do negócio, buteco e posto de beira de estrada estão no lugar mais estratégico possível para receberem entregas frequentes de produtos frescos e de qualidade. Então por que não usar essa vantagem estratégica para o benefício do negócio e dos consumidores? Ficariamos muito agradecidos.
Não sei o porquê do descaso com nosso tão sagrado grão, mas depois de algumas horas na estrada, um pit-stop básico para despertar novamente os ânimos é fundamental para qualquer viajante. Porém não é com pouca frequência que essas paradas são seguidas por um arrependimento: "Não devia ter comido aquela coxinha..." ou "Nossa Sra! Nunca tomei um café tão ruim na vida!".
Pensando na logística do negócio, buteco e posto de beira de estrada estão no lugar mais estratégico possível para receberem entregas frequentes de produtos frescos e de qualidade. Então por que não usar essa vantagem estratégica para o benefício do negócio e dos consumidores? Ficariamos muito agradecidos.
Assinar:
Postagens (Atom)