segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

New Dog vs Osnir Hamburguer

Faz tempo que quero fazer uma comparação entre a clássica New Dog e a tão clássica, mas menos conhecida Osnir na Avenida Jabaquara.
No quesito hamburguer, fritas, maionese a parte ambas estão com empate técnico. Descobri recentemente que o desempate fica na categoria café. Queria que o vencedor fosse Osnir, por não ser o Davi nessa batalha contra Golias, mas infelizmente o café do New Dog, apesar de ser o Nespresso sem graça ganha em sabor, doçura, corpo e aroma do amargo café mal tirado da lanchonete Osnir.
Vou continuar indo na Osnir quando estiver tentando fugir do trânsito para pegar a Imigrantes, mas quando for no New Dog sei que posso pedir sem preocupação pelo cafezinho e a conta.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Café Sophie, Rua Tabapuã 961.

Já passei em frente este café/ bistrô muitas vezes, sempre com um olhar curioso, querendo saber o que se passa lá dentro. Hoje tive essa oportunidade e fui provar!
Desde o momento que se entra no ambiente a atmosfera te envolve e você se sente dentro do filme Moulin Rouge (que estava na TV no momento), mas a decoração burlesca está longe de ser brega. As cortinas, mesas, tom das cadeiras são todos cuidadosamente escolhidos para estar dentro da paleta de cor da cereja do café maduro. Tudo isso aponta que esse lugar leva o assunto a sério, então fui colocá-lo a prova.
Uma especialidade da casa é o Medalhão regado ao molho de café, que estava impecável! A refeição já era motivo para voltar no local, mas queria testar a casa até o final, já que este é o objetivo desse blog, forçar o relacionamento de um estabelecimento até a hora do cafezinho e a conta. E não fiquei decepcionado. Não é pra menos, perguntei de onde vinha o café e fui informado que era um dos blends personalizados feito por ninguém menos que Isabela Raposeiras e sua turma do Coffee Lab. O espresso puro estava bem de corpo, possuia notas de frutas vermelhas e terminava com um toque cítrico muito sutil. O menu também possui diversos drinks da casa a base de café que voltarei para provar.
Só posso dizer que não vejo a hora de voltar!

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Boa tarde!
Parece que não existe bom senso para preparar café nos lugares onde se come. Para ter alguma idéia, o melhor café que eu tive essa semana num restaurante foi um Nespresso no America. O pão de queijo de entrada deles fez a refeição começar bem, acompanhado de manteiga President e um patê de tomate seco. O prato principal era pra ser um Polpetone, mas parecia mais um filé a parmegiana, foi a primeira vez que vi um Polpetone crocante. O manjericão do molho estava bom. Quando chegou o café, até que tinha uma aparência padrão como todo Nespresso tem, e o gosto não desagradava, mas também não era memorável. Sorte que não estava longe de um Suplicy para tirar aquele aftertaste da boca.

Já no restaurante Copa que fica no estádio do Morumbi não se salva. Almoço buffet agradável, poucas opções, mas boas. Na hora do cafezinho e a conta que a casa caiu. Pedi um café curto, que muita gente não entende a clareza do nome "curto". Não tem segredo. Ao apontar que a xícara estava transbordando o café foi de volta pra máquina e em seguida colocado na mesa sem nenhuma crema. O excesso foi claramente despejado na bandeja da máquina. Mesmo assim não me dei por vencido. Pedi que fosse feito de novo o café, dessa vez curto desde o princípio. Não sei porque gastei energia com isso, tudo apontava que não seria um bom cafezinho, e como esperado, ficou apenas um gosto amargo na boca.

Por último, outra visita feita essa semana foi o divertido Hooters! Não vá fazer uma refeição romântica no restaurante, não é o ambiente mais adequado. O rolo de papel toalha na mesa já diz tudo: "A mão foi inventada antes que o garfo e a faca.". Tudo no cardápio é pra ser comido com a  mão, até a salada. Nesse clima, depois de devorar uma costela banhada a molho barbecue e onion rings, pedi para simpática atendente um café curto e a conta. Pela primeira vez ouvi que não tinha café curto, são todos iguais. Expliquei para moça a diferença, mas ela insistiu que ela mesma tirava o café e que não tinha diferença entre o curto e um "normal". Não insisti mais e dei a falta de café como uma vitória. Antes a conta vir só do que mal acompanhada.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Bem vindos!
Como um bom anfitrião peço que sintam-se em casa enquanto preparo um cafézinho.
Pode ser no almoço ou no jantar, café da manhã ou lanche da tarde, não tem jeito melhor do que terminar uma refeição com uma xícara de café bem tirado... nada de garrafão térmico!
Essa página não pretende simplesmente dar dicas de cafés que realmente se destacam da média que encontramos por aí, mas ir além e analisar a harmonização do nosso querido café com a refeição.
Venha conhecer o lado negro da força!